Seguidor do conde romeno Vlad da Valáquia (O empalador)…

Imagem relacionada

 

Mulher é empalada com um pedaço de madeira após negar sexo ao companheiro Segundo a polícia, a vítima foi estuprada pelo companheiro antes de ter o pedaço de madeira introduzido.

Um caso de violência doméstica foi registrado na tarde de sábado (23), na cidade de São Francisco, no Norte de Minas. Na ocasião, um homem foi preso pela #Polícia acusado de ter estuprado e introduzindo um pedaço de madeira no ânus da própria companheira [VIDEO]. Segundo informações da polícia, o crime aconteceu porque a vítima recusou-se a fazer sexo com o acusado.

O acusado de ter cometido o crime é um homem de 44 anos, cujo nome não foi revelado pela polícia. Para as autoridades locais, ele é o principal suspeito de ter agredido e violentado sexualmente a companheira, uma mulher de 44 anos. O homem foi preso em flagrante.

Conforme informações divulgadas pela polícia, no início da tarde de sábado, policiais receberam uma denúncia de uma mulher relatando que ela estava com muita dor após ser agredida pelo companheiro.

Na denúncia, a mulher disse que estava em um matagal no bairro Sobradinho. Diante da situação, policiais fizeram uma varredura na localidade e, por voltas das 19 horas, a vítima foi encontrada junto com o agressor embaixo de uma árvore.

O acusado foi preso em flagrante e levado para a delegacia da cidade junto com a vítima. Conforme consta no depoimento da mulher, ela disse para a polícia que o homem estava querendo ter relações sexuais com ela. Mas diante da recusa, o suspeito começou a lhe agredir e a estuprou. Como se não bastasse a tamanha crueldade com a vítima, o acusado pegou um pedaço de madeira e introduziu no ânus da vítima.

Esse tipo de crime é conhecido como empalamento.

Empalamento ou empalação é um método de tortura e execução onde uma estaca é introduzida pelo ânus, vagina, ou umbigo da vítima, o que pode causar a morte da vítima. Ainda de acordo com o depoimento da mulher, após o companheiro ter cometido o crime, ela disse que estava toda dolorida e pediu o telefone celular do acusado para fazer uma ligação para o pai. O acusado permitiu a mulher fazer a ligação, desde que ela não falasse nada sobre o ocorrido.

Foi quando ela ligou para a polícia relatando o caso. A vítima, após o depoimento, foi levada para uma unidade médica da cidade, onde recebeu atendimentos necessários para o caso. O suspeito também prestou depoimento para o delegado plantonista. A polícia não informou se o homem foi posto em liberdade ou continuou preso. O caso está sendo investigado. 

http://br.blastingnews.com/brasil/2017/09/mulher-e-empalada-com-um-pedaco-de-madeira-apos-negar-sexo-ao-companheiro-002038465.html

Alerta…

 

Resultado de imagem para sono gif

Dormir poucas horas pode custar anos de vida

Se dorme pouco, temos más notícias. A privação do sono afeta dois em cada três adultos e é uma porta aberta a sérios riscos de saúde que podem mesmo custar-lhe anos de vida.

Dormir menos de 7h de sono é considerado privação de sono.

Se tem por hábito dormir mal ou por pouco tempo, é provável que a sua saúde esteja em risco. O diretor do Centro de Ciência do Sono Humano da Universidade da Califórnia, Matthew Walker, avisa que estamos perante uma “epidemia catastrófica de privação do sono” que pode aumentar a probabilidade de contrair problemas de saúde graves e de reduzir em algumas décadas a nossa vida. Para Walker,”não é natural que sejamos a única espécie animal que deliberadamente se priva de dormir”.

Walker passou os últimos quatro anos a escrever o livro Why We Sleep [Porque dormimos?], um resumo dos seus já 20 e poucos anos de experiência na análise do sono, e que revela ligações preocupantes entre a privação do sono e problemas de saúde como Alzheimer, cancro, diabetes, obesidade e distúrbios de saúde mental, como a depressão e paranoia.

A Organização Mundial de Saúde dita que o ideal são oito a nove horas de sono por noite, sendo que no mínimo dos mínimos, uma pessoa consegue ser saudável a dormir só sete horas. Abaixo disso, é privação do sono. Walker diz ao The Guardian que estamos a chegar a um ponto em que a intervenção tem de partir “do governo e de outras grandes instituições”.

Nenhum aspeto da nossa biologia é poupado quando se fala de privação do sono. Entra em cada canto e recanto e, ainda assim,ninguém faz nada em relação a isso. As coisas têm que mudar: no trabalho e nas comunidades, em nossa casa, com a nossa família. Mas quando é que viste um poster do Serviço Nacional de Saúde a alertar para a necessidade de dormir? Quando é que um médico, em vez de recomendar comprimidos para dormir, recomenda só dormir?“, questiona o especialista.

Mas por que somos tão maus a dormir um número de horas decentes? O que mudou tanto em tão pouco tempo? Em 1942, menos de 8% da população vivia a dormir menos de seis horas por noite. Mas em 217, uma em cada duas pessoas vive essa realidade.

Walker explica que as razões são simples: “Primeiro, demos luz à noite. A luz é um degradador profundo do nosso sono. Segundo, há a questão do trabalho: nunca é certo quando entras ou sais e a deslocação para o trabalho leva cada vez mais tempo. Ninguém quer abdicar de tempo com a família ou de entretenimento, por isso abdicam do sono”.

Um alerta que várias personalidades já deixaram, incluindo Arianna Huffington, para quem a privação de sono se tornou já numa “epidemia global“.

Mas o britânico, que agora vive nos EUA, explica que a psicologia também desempenha um forte papel. Somos levados a acreditar que dormir é uma fraqueza da qual devíamos ter vergonha: “Estigmatizamos o sono com o rótulo de preguiça. Queremos parecer ocupados e uma forma de expressarmos o quão ocupados estamos é ao proclamar quão poucas horas dormimos. É um crachá de honra!”

Ninguém olha para um bebé a dormir e diz ‘Ah, que bebé preguiçoso!‘ — Sabemos que o sono não é uma coisa negociável para um bebé, mas essa noção é abandonada à medida que crescemos. Os humanos são a única espécie que deliberadamente se priva de sono, sem razão aparente.”

Se tem aquele amigo que lhe diz que vive bem com cinco horas (ou menos) de sono sem grandes problemas, duvide: “O número de pessoas que vive bem com cinco ou menos horas de sono, expresso em percentagem da população e arredondado a um número inteiro é 0%.”

O estudo do sono é ainda uma ciência pouco explorada, mas Walker garante que pode ser a cura para muitos problemas: “Porque é que o nosso instinto, com uma gripe, é dormir? É o corpo a gritar por descanso. O descanso cura. Todos os animais o fazem, alguns durante meses, mas nós escolhemos estar acordados quando não devíamos”. A privação do sono resulta em distúrbios como insônias e, em alguns casos mais extremos, situações de apneia e paralisia do sono.

Que importância tem a fase de sono profundo? É que dormimos em ciclos de 90 minutos (uma hora e meia) e no final desses ciclos atingimos sempre a fase de sono profundo. Primeiro, temos o sono NREM (ou não-REM), e seguidamente o sono REM.

“Durante o sono NREM, o cérebro entra num padrão sincronizado e rítmico, quase de cântico”, diz Walker. “Há uma união fantástica em toda a superfície do cérebro. Os investigadores foram enganados durante muito tempo ao acharem que o sono era como um coma – não há maior mentira possível. Quando dormimos, grandes quantidades de memória estão a ser processadas.”

O investigador britânico explica que “para produzir tais ondas cerebrais”, milhares de milhões de células “cantam juntas, e depois entram em silêncio e etc, etc”. É nesse momento que todo o trabalho de processamento de memória e de informação e restauro é feito. E de repente o corpo entra numa fase de pouca energia, a pressão sanguínea mais baixa possível: sono REM, também referenciado como sono paradoxal, porque o cérebro entra num estado altamente ativo, semelhante ao de uma pessoa acordada. “O teu coração e sistema nervoso entram em picos de atividade: ainda não sabemos porquê”, explica Walker.

Contudo, dormir demais não é um mar de rosas. “Demasiada água mata, demasiada comida mata, demasiado sono deve, em última instância, matar. Acho que 14 horas [a dormir] é demasiado“.

A solução pode passar por implementar medidas em casa e no trabalho (e até a nível legal), sugere Walker.: “Temos alarmes para acordar. Não podemos ter alarmes para nos mandar para a cama? Devíamos pensar na meia-noite como o que ela é: o meio da noite. E não hora de estar nas redes sociais“.

http://observador.pt/2017/09/25/dormir-poucas-horas-pode-custar-anos-de-vida/

 

 

Néscio…

 

Resultado de imagem para cobra desenho

Criador de píton é encontrado estrangulado ao lado de cobra; polícia investiga

Dan Brandon foi morto por asfixia.

Um homem obcecado pela vida selvagem foi encontrado morto com “sérios ferimentos” ao lado de sua cobra de estimação, em Fleet, no Reino Unido. A polícia confirmou nesta terça-feira que Dan Brandon, de 31 anos, morreu estrangulado. Os investigadores agora apuram se ele foi esmagado pela serpente píton.

Dan Brandon era descrito por amigos como um homem apaixonado pela vida selvagem: adorava cobras, aranhas, pássaros, e não raro publicava fotos com os animais nas redes sociais. Ele foi encontrado morto em casa, com o réptil fora de sua jaula.

“Nós fomos chamados para um endereço em Church Crookham. Um homem de 31 anos sofreu graves ferimentos e morreu no local. A morte não é tratada como suspeita neste momento. Uma investigação será preparada”, informou um porta-voz da polícia de Hampshire ao “The Sun”.

Com a comprovação da causa da morte por asfixia, os policiais confirmaram a suspeita sobre a cobra. A píton pode ter se envolvido pelo dono e o esmagado. A vítima foi reconhecida pelos pais.

Uma campanha de financiamento coletivo foi aberta no site JustGiving, em nome do amor de Dan Brandon pela vida selvagem. A arrecadação será revertida à organização WWF.

“Dan morreu inesperadamente em casa. Ele era obcecado por cobras, aranhas, pássaros, toda a vida selvagem. Dan… Vamos sentir muito a sua falta”, lê-se na página.

https://extra.globo.com/noticias/mundo/criador-de-piton-encontrado-estrangulado-ao-lado-de-cobra-policia-investiga-21871002.html

Trivial…

Imagem relacionada

 

Padre fez sexo com ex-coroinha antes de ser morto por suspeito na PB, diz polícia

Delegado Diógenes Fernandes finalizou inquérito e concluiu que suspeito usou intimidade com padre para roubar dinheiro da casa paroquial.

Padre Pedro Gomes Bezerra foi morto com pelo menos 29 facadas, em Borborema, na Paraíba.

O padre Pedro Gomes Bezerra foi vítima de latrocínio, roubo seguido de morte, e manteve relações sexuais com um dos suspeitos pouco antes de ser assassinado em Borborema, na Paraíba. O delegado Diógenes Fernandes, responsável pela investigação, afirmou nesta terça-feira (26) que estas são as conclusões do inquérito policial finalizado na sexta-feira (22).

O padre foi encontrado morto dentro de casa no dia 24 de agosto, em Borborema. Ele foi alvo de ao menos 29 facadas, segundo a perícia.

Para o delegado, ficou confirmado que o suspeito – que segue foragido – de esfaquear e matar o padre, usou a intimidade que tinha com a vítima para roubá-la. Um adolescente, que foi apreendido cinco dias após o crime, também é suspeito de participar do assassinato.

Em sua primeira versão à polícia, o adolescente confessou o crime. Ele disse que foi convidado para consumir bebidas alcoólicas dentro da casa e que o homicídio aconteceu depois que o padre tentou fazer sexo com ele. Em uma segunda versão, informou que a motivação para o crime não era passional, mas patrimonial.

De acordo com Diógenes Fernandes, o jovem, que foi coroinha na mesma paróquia e está foragido, mantinha uma relação de intimidade muito grande com o padre. Dois dias antes do crime, ele entrou em contato com Pedro Gomes e indicou que apresentaria um amigo – que é o adolescente apreendido.

O padre então se encontrou com o ex-coroinha e o adolescente em Arara, município próximo a Borborema, e os levou para a casa paroquial sob o pretexto de assistirem a um jogo de futebol pela TV.

“No dia do crime, eles se encontraram sob o pretexto de ver o jogo. Houve consumo de bebida alcoólica e o jovem, ex-coroinha, manteve relações sexuais com o padre. Em seguida, com uma faca da própria casa, ele esfaqueou o padre.

A intenção dos dois jovens era roubar R$ 10 mil do cofre da casa paroquial, pois a igreja da cidade havia arrecadado muito com a festa da padroeira de Arara, cidade que pertence à paróquia de Borborema”, explicou o delegado.

Após matarem o padre Pedro Gomes, os dois suspeitos conseguiram abrir o cofre na casa paroquial, mas não acharam o dinheiro e fugiram com o celular da vítima.

No final de agosto, a Polícia Civil conseguiu localizar o aparelho com um morador da fazendo que pertence à família suspeito. Ainda de acordo com o delegado, o ex-coroinha usou o adolescente para atrair o padre, tendo em vista que a vítima e o adolescente nunca tinham se encontrado até a noite do crime.

Casa onde o padre Pedro Gomes Bezerra foi encontrado morto, em Borborema, na Paraíba (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco/Arquivo) Casa onde o padre Pedro Gomes Bezerra foi encontrado morto, em Borborema, na Paraíba (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco/Arquivo)

Casa onde o padre Pedro Gomes Bezerra foi encontrado morto, em Borborema, na Paraíba (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco/Arquivo)

Sexo entre padre e ex-coroinha

Para chegar à conclusão da relação sexual mantida entre o padre e o ex-coroinha antes do crime, a Polícia Civil se valeu dos relatos do adolescente apreendido como partícipe, de pessoas que conheciam o padre e o suspeito, assim como relatos das autoridades policiais envolvidas no inquérito.

De acordo com Diógenes Fernandes, laudos periciais devem ser juntados ao processo, mas uma das peritas responsáveis pelos exames adiantou os indícios.

“Uma perita nos adiantou que há indícios relevantes de relação sexual entre os dois [padre e suspeito]. Além disso, o depoimento do adolescente bate com o cenário encontrado no dia do crime. Os laudos médicos que vão ser acrescentados no processo seguem essa linha”, afirmou.

O dinheiro alvo dos suspeitos só foi encontrado escondido embaixo de uma gaveta após uma varredura do Instituto de Polícia Científica (IPC) no cenário do crime. Para Diógenes Fernandes, o jovem ex-coroinha foi indiciado por latrocínio e corrupção de menores de idade, pelo fato de ter usado o adolescente de 15 anos para enganar a vítima.

O adolescente apreendido segue internado no Centro de Educação do Adolescente (CEA), em João Pessoa. O morador da fazenda da família do suspeito que comprou o celular foi autuado por receptação, mesmo tendo alegado que não sabia que o aparelho havia sido roubado.

“O mais importante foi a elucidação do caso. Seguimos em busca do jovem suspeito do crime. Expedimos o mandado de prisão preventiva dele. A prisão do mentor do crime e principal executor vai ser uma consequência natural”, concluiu Diógenes Fernandes.

Entenda o caso

O padre Pedro Gomes Bezerra foi encontrado morto no dia 24, dentro de casa, em Borborema. O sacerdote foi assassinado com pelo menos 29 facadas, segundo a perícia. A residência do religioso estava revirada, e o carro dele não estava na garagem, mas não havia sinais de arrombamento. Ainda conforme a PM, o corpo do padre foi encontrado enrolado num lençol e havia muito sangue no local.

O delegado Diógenes Fernandes também informou que a arma do crime foi encontrada em um dos cômodos da casa e ainda passará por análise. O carro do padre que foi usado na fuga do agressor e foi encontrado abandonado na zona rural de Solânea, a cerca de 15km da cidade onde aconteceu o assassinato.

A assessoria de comunicação da Diocese de Guarabira, responsável pela região de Borborema, confirmou que o padre Pedro Gomes estava na paróquia de Borborema há quase 2 anos. Ele foi ordenado sacerdote em 1993 e, antes de chegar à cidade, servia na Paróquia Nossa Senhora da Piedade no município de Arara, também no Brejo paraibano. Ele completaria 50 anos no fim de agosto.

https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/padre-manteve-relacao-sexual-com-suspeito-antes-de-ser-morto-diz-delegado-na-pb.ghtml

 

Devanear…

Resultado de imagem para pegação gif

A calcinha da minha enteada

Atualmente vivo com uma mulher, Eva (fictício), de 39 anos. Já estamos juntos há quase tres anos e no último mês de maio, sua filha, Claudia (fictício), 21 anos, veio morar conosco. Eva é negra, alta, esbelta, um corpaço, mas a filha é ainda mais gostosa. Só que é branquinha e tinge os cabelos de loiros, o que a deixa quase uma europeia.

Sou empresário e minha empresa não trabalha diariamente, apenas em alguns dias de cada semana, por isso passo parte dos dias em casa. E Claudia também, pois ainda não arranjou emprego, mas sua mãe, Eva, trabalha como vendedora em uma empresa de telemarketing, e só chega em casa por volta da meia-noite.

Nossa relação é legal, conversamos bastante e, de vez em quando, não dá pra desviar o olhar de sua bunda (e que bunda!) e também de seus peitinhos, não muito grandes, mas durinhos e empinados.

Ela anda sempre de top ou camiseta, com sutien e de mini shortinhos, às vezes de jeans, às vezes de tecido a até mesmo de lycra. Aí me judia, mas como é minha enteada, sempre procurei não pensar besteiras, até que…

Notei que Claudia passou a me olhar de forma diferente e a me tratar melhor, falar mais comigo e até mesmo se deitar na mesma cama para vermos TV, mas sempre no respeito.

Às vezes, ela fica deitada em minha cama, com o notbook e eu na escrivaninha, no quarto, no PC. Vez ou outra, estou em algum pornô e ela se levanta para beber água, ou outra coisa qualquer. Tento mudar a tela do PC, mas nem sempre dá tempo e ela finge que nada percebe.

Dia destes precisei ir a uma casa noturna que apresenta música ao vivo e ela me pediu ara ir junto. Levei-a, com a permissão de sua mãe. Lá, tomamos umas cervejas e dançamos. Tive que fazer muito esforço para não ficar de pau duro e ela perceber, mas um hora não deu e ela, ao se encostar em mim, sentiu a benga, manteve a pressão por alguns instantes e depois se afastou um pouco. Continuamos dançando e tudo andou como se nada tivesse acontecido.

O que mudou tudo, na verdade, foi a manhã seguinte. Ao me levantar para preparar o café, Claudia, que dorme no quarto ao lado, estava dormindo, totalmente coberta. Sempre deixa a porta aberta, pois diz ter medo de fechá-la durante a noite. Passei para a cozinha, coloquei a água para ferver e voltei ao meu quarto.

Pouco depois, ao retornar à cozinha, percebi que Claudia estava com a parte de cima do corpo descoberta e o top abaixado de um lado, deixando à mostra um seio branquinho, quase sem marca de auréola e de biquinho pequeno, redondinho, parecendo uma balinha de goma.

Fiquei doido na hora e parei um pouco para olhar. Por uns dois ou três minutos apreciei a beleza daquele seio e fiquei maluco, de pau duríssimo, quase fazendo uma bobagem, mas retomei o juízo e fui terminar o café. Retornei ao meu quarto com as xícaras de café e ao passar por Claudia, notei que havia mudado de posição e se coberto novamente.

Em meu quarto, ao lado de sua mãe, na cama, não consegui prestar atenção ao jornal da TV. Só via aquele seio lindo, delicioso e só pensava em poder colocar nele minhas mãos, meus lábios… Foi uma verdadeira tortura.

Durante o dia conversamos como se nada tivesse acontecido e pensei que tudo não passara de um acidente, mas no mesmo dia Claudia decidiu mudar a posição dos móveis em seu quarto e colocou a cama de forma que ficasse mais perto da porta e melhor iluminada. Então percebi que não era tanto acidente assim.

No outro dia o fato se repetiu e o seio ficou ainda mais à mostra. Fiquei maluco e parei por mais tempo para olhar. Ela nem se mexia. Estava totalmente “apagada”, mas assim que retornei da cozinha com o café, já estava em outra posição.

Durante a manhã, assim que a mãe saiu para o trabalho, Claudia passou a conversar mais comigo e a me olhar de forma intensa, nos olhos e, vez por outra a flagrei olhando em direção ao meu pau.

Depois do almoço precisei ir à empresa, pois tinha trabalho a realizar e, quando retornei para casa, Claudia estava no banheiro, com a porta entre aberta. Passei tentando não olhar, mas não deu e o que vi me arrepiou.

Minha enteada estava com o cabo da escova de cabelos, por sinal bem grossinho, atolado na bucetinha totalmente depilada. De olhos fechados, se masturbava, e não percebeu – ou fingiu – minha presença.

Fiquei um tempo olhando pela fresta da porta e comecei a bater uma, enquanto ela socava o cabo da escova com força, até que soltou um suspiro, um gemido baixinho e retirou a peça da bucetinha, a esta hora encharcada e vermelha, e chupou o cabo. Saí dali de fininho, fingi que estava chegando naquele momento, ela me cumprimentou com um abraço e um beijo no rosto e continuou como se nada tivesse ocorrido.

À noite, ao tomar meu banho, outra maravilhosa surpresa: Claudia, que sempre lavou suas peças íntimas debaixo do chuveiro, desta vez não o fez. Deixou a calcinha em cima do cesto de roupas.

Peguei a peça e a encontrei ainda melada, suja e cheia de sua própria porra. Imediatamente saí do banheiro, busquei a máquina fotográfica e fotografei a peça. Depois, bati uma punheta cheirando e lambendo o melado da calcinha e esporrei nela toda.

Deixei a calcinha em cima do cesto, mas com a parte melada de sua e da minha porra virada pra cima e saí para tomar uma cerveja. Quando retornei para pegar o carro e buscar sua mãe na estação do trem, a calcinha não estava mais lá.

Claudia me abraçou, encostou a barriguinha em mim, pressionou um pouco, e disse que ficou com medo de ficar sozinha até aquela hora. Deu-me um beijo mais demorado no rosto e pediu: “Me leva junto para pegar minha mãe?”

Saímos juntos para buscar Eva, sem tocar no assunto relacionado aos fatos. Estou escrevendo isso na mesma noite do acontecido e ainda não sei o que acontecerá daqui para a frente, mas sei que não vai ficar nisso e, mesmo sabendo estar errado, não vou conseguir segurar a barra. Se algo acontecer, volto a escrever contando tudo. Inclusive vou deixar este texto no not. Quem sabe ela encontra e lê…

http://www.portalpicante.com.br/conto-ler.php?idc=3354&c=A+calcinha+da+minha+enteada

 

Curiosidade…

Resultado de imagem para curioso gif

Quantas pessoas já viveram na Terra?

O planeta Terra já teve aproximadamente 106 716 367 669 habitantes. Este número é constantemente arredondado para 107 bilhões de pessoas.

O cálculo foi feito pelo pesquisador Carl Haub, do instituto americano Population Reference Bureau, que estuda fenômenos populacionais. A conta não é precisa, mas leva em consideração a existência desde Adão e Eva, que teriam vivido em 50.000 a.C. Esta data coincide também com o desenvolvimento completo do Homo sapiens, segundo a ciência.

Tomando como base dados da Organização das Nações Unidas sobre o aumento populacional, o pesquisador calculou o número de nascimentos até o fim de 2004. As pesquisas mostram que o número de nascimentos vai caindo ao longo da história, enquanto a expectativa de vida aumenta.

Os 107 bilhões que já viveram na Terra correspondem a, mais ou menos, 16 vezes mais do que a atual população do planeta.

Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/quantas-pessoas-ja-viveram-na-terra.html

Cultura…

Resultado de imagem para cultura

A cultura é parte do que somos, nela está o que regula nossa convivência e nossa comunicação em sociedade.

Até mesmo a nossa forma de vestir está ligada a nossa cultura.

Ao tratar do conceito de cultura, a sociologia se ocupa em entender os aspectos aprendidos que o ser humano, em contato social, adquire ao longo de sua convivência. Esses aspectos, compartilhados entre os indivíduos que fazem parte deste grupo de convívio específico, refletem especificamente a realidade social desses sujeitos.

Características como a linguagem, modo de se vestir em ocasiões específicas são algumas características que podem ser determinadas por uma cultura que acaba por ter como função possibilitar a cooperação e a comunicação entre aqueles que dela fazem parte.

A cultura possui tanto aspectos tangíveis – objetos ou símbolos que fazem parte do seu contexto – quanto intangíveis – ideias, normas que regulam o comportamento, formas de religiosidade. Esses aspectos constroem a realidade social dividida por aqueles que a integram, dando forma a relações e estabelecendo valores e normas.

Esses valores são características que são consideradas desejáveis ou indesejáveis no comportamento dos indivíduos que fazem parte de uma cultura, como por exemplo o princípio da honestidade que é visto como característica extremamente desejável em nossa sociedade.

As normas são um conjunto de regras formadas a partir dos valores de uma cultura, que servem para regular o comportamento daqueles que dela fazem parte. O valor do princípio da honestidade faz com que a desonestidade seja condenada dentro dos limites convencionados pelos integrantes dessa cultura, compelindo os demais integrantes a agir dentro do que é estipulado como “honesto”.

Cultura e diferença

As normas e os valores possuem grandes variações nas diferentes culturas que observamos. Em algumas culturas, como no Japão, o valor da educação é tão forte que falhar em exames escolares é visto como uma vergonha tremenda para a família do estudante.

Existe, então, a norma de que estudar e ter bom desempenho acadêmico é uma das mais importantes tarefas de um jovem japonês e a pressão social que esse valor exerce sobre ele é tão forte que há um grande número de suicídios relacionados a falhas escolares. Para nós, no entanto, a ideia do suicídio motivado por uma falha escolar parece ser loucura.

Mesmo dentro de uma mesma sociedade podem existir divergências culturais. Alguns grupos, ou pessoas, podem ter fortes valores baseados em crenças religiosas, enquanto outras prefiram a lógica do progresso científico para compreender o mundo.

A diversidade cultural é um fato em nossa realidade globalizada, onde o contato entre o que consideramos familiar e o que consideramos estranho é comum.

Ideias diferentes, comportamento, contato com línguas estrangeiras ou com a culinária de outras culturas tornou-se tão corriqueiro em nosso dia a dia que mal paramos para pensar no impacto que sofremos diariamente, seja na adoção de expressões de línguas estrangeiras ou na incorporação de alimentos exóticos em nossa rotina alimentar.

Cultura em mudança

Uma cultura não é estática, ela está em constante mudança de acordo com os acontecimentos vividos por seus integrantes. Valores que possuíam força no passado se enfraquecem no novo contexto vivido pelas novas gerações, a depender das novas necessidades que surgem, já que o mundo social também não é estático.

Movimentos contraculturais, como o punk ou o rock, são exemplos claros do processo de mudança de valores culturais que algumas sociedades viveram de forma generalizada.

O contato com culturas diferentes também modifica alguns aspectos de nossa cultura. O processo de aculturação, onde uma cultura absorve ou adota certos aspectos de outra a partir do seu convívio, é comum em nossa realidade globalizada, onde temos contato quase perpétuo com culturas de todas as formas e lugares possíveis.

http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/sociologia/conceito-cultura.htm

Entendendo…

Colaborativa, Multidão, Povo, Pessoas, Mídia Social

 

As castas indianas

Brahmin e Shudra: posições opostas do sistema de castas indiano

Na sociedade liberal, vivemos em uma cultura onde muitos acreditam que qualquer um pode ascender em termos sociais e econômicos por meio das riquezas acumuladas. Contudo, na Índia, trabalho e riqueza são parâmetros insuficientes para que possamos compreender a ordenação que configura a posição ocupada por cada indivíduo. Nesse país, o chamado regime de castas se utiliza de critérios de natureza religiosa e hereditária para formar seus grupos sociais.

Segundo algumas pesquisas, o regime de castas vigora há mais de 2600 anos na Índia e tem origem no processo de ocupação dessa região. A primeira distinção desse sistema aconteceu por volta de 600 a.C., quando os arianos foram diferenciados dos habitantes mais antigos e de pele mais escura pelo termo “varna”, que significa “de cor”. A partir de tal diferenciação, os varna foram socialmente ordenados de acordo com cada uma das partes do corpo de Brahma, o Deus Supremo da religião hindu.

No topo dessa hierarquia, representando a boca de Brahma, estão os brahmin. Em termos numéricos representam apenas 15% da população indiana e exercem as funções de sacerdotes, professores e filósofos. Segundo consta, somente uma pessoa da classe brahmin tem autoridade para organizar os cultos religiosos e repassar os ensinamentos sagrados para o restante da população.

Logo abaixo, vêm os kshatriya que, segundo a tradição, seriam originários dos braços de Brahma. Estes exercem as funções de natureza política e militar e estão diretamente subordinados pelas diretrizes repassadas pelos brâmanes. Apesar desse fato, em diversos momentos da história indiana, os kshatriya organizaram levantes e motins contra as ordenações vindas de seus superiores.

Compondo a base do sistema de castas indiano, ainda temos os vaishas e shudras. Os primeiros representam as coxas do Deus Supremo e têm como função primordial realizar as atividades comerciais e a agricultura. Já os shudras estabelecem uma ampla classe composta por camponeses, operários e artesãos que simbolizam os pés de Brahma. Há pouco tempo, nenhum membro desta casta tinha permissão para conhecer os ensinamentos hindus.

Paralelamente, existem outras duas classes que organizam a população indiana para fora da ordem estabelecida pelas castas. Os dalit, também conhecidos como párias, são todos aqueles que violaram o sistema de castas por meio da infração de alguma regra social. Em conseqüência, realizam trabalhos considerados desprezíveis, como a limpeza de esgotos, o recolhimento do lixo e o manejo com os mortos. Uma vez rebaixado como dalit, a pessoa coloca todos seus descendentes nesta mesma posição.

Os jatis são aqueles que não se enquadram em nenhuma das regras mais gerais estabelecidas pelo sistema de castas. Apesar de não integrarem nenhuma casta específica, têm a preocupação de obterem reconhecimento das castas superiores adotando alguns hábitos cultivados pelos brâmanes, por exemplo. Geralmente, um jati exerce uma profissão liberal herdada de progenitores e não ressignificada pela tradição hindu.

Oficialmente, desde quando a Índia adotou uma constituição em 1950, o sistema de castas foi abolido em todo o território. Contudo, as tradições e a forte religiosidade ainda resistem às ações governamentais e transformações econômicas que atingem a realidade presente dos indianos. Enquanto isso, o regime tradicional já contabiliza mais de três mil classes e subclasses que organizam esse complexo sistema de segmentação da sociedade indiana.

http://brasilescola.uol.com.br/sociologia/as-castas-indianas.htm

 

Viva a sabedoria…

Resultado de imagem para filosofia gif

 

Conflito entre Razão e Fé

A filosofia inicia o conflito entre razão e fé quando tenta deixar para trás a fé cega nos mitos, explicando racionalmente tais fenômenos.

Fé versus razão: conflito existente desde a Grécia antiga.

Tradicionalmente, o capítulo da História da humanidade relativo ao tema “conflito entre razão e fé” é atribuído a um período medieval em que se travava um confronto entre os adeptos da boa nova, isto é, a religião cristã, e seus adversários moralistas gregos e romanos, na tentativa de imporem seus pontos de vistas.

Para estes, o mundo natural ou cosmos era a fonte da lei, da ordem e da harmonia, entendendo com isso que o homem faz parte de uma organização determinada sem a qual ele não se reconhece e é através do lógos que se dá tal reconhecimento. Já para os cristãos, a verdade revelada é a fonte da compreensão do que é o homem, qual é sua origem e qual o seu destino, sendo ele semelhante a Deus-pai, devendo-lhe obediência enquanto sua liberdade consiste em seguir o testamento (aliança).

Desse debate, surgem as formas clássicas de combinação dos padres medievais: aqueles que separam os domínios da razão e da fé, mas acreditam numa conciliação entre elas; aqueles que pensam que a fé deveria submeter a razão à verdade revelada; e ainda aqueles que as veem como distintas e irreconciliáveis. Esse período é conhecido como Patrística (filosofia dos padres da Igreja).

No entanto, pode-se levantar a questão de que esse conflito entre fé e razão representa apenas um momento localizado na história. A filosofia, tendo como característica a radicalidade, a insubordinação, a luta para superar pré-conceitos e estabelecer conceitos cada vez mais racionais através da história, mostra que, desde seu início, esta relação tem seus momentos de estranhamento e reconciliação.

Por exemplo, na Grécia antiga, o próprio surgimento da filosofia se deu como tentativa de superar obstáculos oriundos de uma fé cega nas narrativas dos poetas Homero e Hesíodo, os educadores da Hélade. A tentativa de explicar os fenômenos a partir de causas racionais já evidenciava o confronto com as formas de pensar e agir (fé) do povo grego que pautava sua conduta pelos mitos.

O próprio Sócrates, patrono da filosofia, foi condenado por investigar a natureza e isso lhe rendeu a acusação de impiedade. Mais tarde, a filosofia cristã se digladiou para fundamentar seu domínio ideológico, debatendo sobre os temas supracitados. Na era moderna, com encrudescimento da inquisição, surge o renascimento que apela à razão humana contra a tirania da Igreja.

Basta olhar os exemplos de Galileu, Bruno e Descartes, que reinventaram o pensamento contra a fé cega que mantinha os homens na ignorância das trevas e reclamava o direito à luz natural da razão. A expressão máxima desse movimento foi o Iluminismo que compreendia a superação total das crenças e superstições infundadas e prometia ao gênero humano dias melhores a partir da evolução e do progresso.

Hoje, essa promessa não se cumpre devidamente. O homem dominou a natureza, mas não consegue dominar as suas paixões e interesses particulares. Declarado como expropriado dos meios de produção e forçado a sobreviver, eis que o homem se aliena do processo produtivo e se mantém em um domínio cego, numa crença inconsciente de si e do outro (ideologia).

O irracionalismo cresce à medida que se promete liberdade aos seres humanos a partir de outra fé: o trabalho. O homem explora e devasta o mundo em que vive e não tem consciência disso. E tudo isso para enriquecer uma classe dominante, constatando o interesse egoísta e classista.

Parece, pois, que a luta entre razão e fé não é apenas localizada, mas contínua, já que sempre há esclarecidos, esclarecimentos e resistência a esses esclarecimentos.

A razão se rebela com o estabelecido e quando se impõe, torna-se um dogma incutido nos homens de cada tempo. Numa linguagem hegeliana, uma tese que se torna antítese e necessita já de uma síntese para que a razão desdobre a si mesma.

http://brasilescola.uol.com.br/filosofia/o-conflito-entre-fe-razao.htm

História…

Resultado de imagem para história gif

 

7 FOTOS QUE MARCAM ACONTECIMENTOS HISTÓRICOS

Alguns momentos históricos como tsunamis, terrorismo e outros como abolição da escravidão no Brasil tiveram muito impacto humanidade. Confira agora algumas fotos de momentos como esses que retratam o passado:

 

1. Primeiro computador (1946)

2

Marca de grande avanço tecnológico.

2. Pegada na lua (1969)

10 (1)

Um dos maiores avanços astronômicos da história.

3. Tsunami na Indonésia (2004)

5

Um dos maiores desastres naturais da história.

4. Atentado as torres gêmeas (2001)

1

Pessoa se suicidando do alto de uma das torres gêmeas após a batida contra o avião.

5. Votação da lei Áurea (1888)

6

Foto que mostra a sessão no Senado para a votação da lei que aboliu a escravidão no Brasil.

6. Primeiro voo da história

4

O primeiro objeto mais pesado que o ar que chegou a voar.

7. Bomba de Nagasaki

9

A foto mostra como se encontrava Japão 20 minutos após a explosão da bomba na cidade de Nagasaki.

https://www.fatosdesconhecidos.com.br/7-fotos-que-marcam-acontecimentos-historicos/

Interessante…

Resultado de imagem para wow gif

Bebês aprendem a perseverar observando os adultos

Em um experimento do MIT, crianças de um ano entenderam que o esforço costuma ser recompensado com o sucesso – e passaram a copiar os mais velhos.

É normal que os pais vistam suas capas de super-herói quando estão ao lado de suas crias. O figurino manda que, como cuidadores exemplares, eles tenham respostas para tudo e guardem carta sob a manga sempre que for necessário apagar algum incêndio.

Esse comportamento protetor, porém, pode acabar simplificando demais as coisas para as crianças. Para que eles aprendam a importância de tentar por si próprios e aprender com os erros, é essencial que vejam os mais velhos errando também. Foi o que descobriu um novo estudo norte-americano, publicado na revista Science. Dar a volta por cima, no caso dos pequenos, é muito mais fácil quando o exemplo vem de alguém mais experiente.

Para chegar nessa conclusão, um grupo de pesquisadores do MIT conduziu um experimento com 262 bebês. As cobaias tinham entre 13 e de 18 meses de vida e foram colocados para assistir a adultos resolvendo dois problemas diferentes. No primeiro, eles precisavam tirar um sapo de borracha de um compartimento (que tinha o formato de tomate). No outro, uma chave de vaquinha estava presa em um mosquetão – tipo aqueles usados em escalada.

Metade dos bebês assistiu a adultos resolvendo as duas situações-problemas de bate-pronto, em até 30 segundos. O restante, viu os voluntários mais velhos tentando sem sucesso durante 30 segundos, para só depois solucionarem o desafio.

Depois, foi hora de observar como as próprias crianças reagiam. Eles receberam dos pesquisadores uma caixinha musical de brinquedo, dessas que costuma fazer sucesso entre os bebês. No objeto, havia dois botões principais: um deles parecia ser o que ligava o aparelho, mas na verdade, não funcionava para nada. Era o outro botão, mais escondido, que fazia a música “Brilha brilha, estrelinha” começar a tocar. Sem que os pequenos vissem o truque, os cientistas testavam o brinquedo, para demonstrar que ele estava funcionando perfeitamente. Depois, entregaram aos bebês, que tinham dois minutos para tentar fazer o mesmo.

Aqueles que viram os adultos suando a camisa acabaram perseverando mais. Em média, as crianças desse primeiro grupo apertaram o botão “falso” o dobro de vezes, em comparação aos outros. Eles, também, tentaram sozinhos quase duas vezes mais, até pedirem a ajuda dos pesquisadores pela primeira vez – ou arremessarem para longe o objeto, desistindo da brincadeira.

Segundo os pesquisadores, o contato entre os adultos e as crianças também foi determinante para o sucesso. Aqueles bebês que foram chamados pelo nome, conversaram ou fizeram contato visual com alguém mais velho também se deram melhor.

“Há uma pressão para os pais em fazer tudo parecer fácil e esconder sua frustração das crianças”, disse Laura Schulz, uma das autoras do estudo, em comunicado. “Não é como se um experimento de laboratório fosse resolver os desafios da paternidade, mas ele sugere que pode não ser assim tão ruim mostrar para seus filhos o esforço que você faz para conquistar seus objetivos”, completa.

Ou seja: não precisa se culpar caso não souber ajudar seu filho na próxima tarefa de escola. No fim das contas, o que ficará para ele não é o valor da resposta do exercício – mas o tempo que você gastou ao seu lado apagando tudo e refazendo o raciocínio, sem deixar a peteca cair.

https://super.abril.com.br/ciencia/bebes-aprendem-a-perseverar-observando-os-adultos/

Muito bem-vindas

Resultado de imagem para economizar gasolina

10 maneiras de gastar menos com gasolina

Governo aumentou o imposto sobre combustíveis

Homem com porquinho em carro

Homem segura cofre de porquinho em carro:: saiba economizar combustível em tempo de alta dos preços (SIphotography/Thinkstock)

São Paulo – Nem bem o governo anunciou o aumento do PIS/Cofins sobre combustíveis na quinta-feira (20), na sexta (21) já era possível verificar uma alta de 0,30 a 0,40 centavos no preço da gasolina em alguns postos.

Como forma de fazer com que o aumento do preço não pese no orçamento familiar, é bom lembrar de algumas dicas básicas sobre como economizar combustível. Veja abaixo quais são elas:

1 – Evite aceleradas e freadas bruscas

Ao dirigir, acelere de modo gradativo, utilizando apenas a força necessária principalmente entre as passagens de marchas, enquanto estiver acionando a embreagem. Ao avistar o farol vermelho, também reduza gradativamente a velocidade, e não freie e acelere novamente de forma rápida. Dessa forma, demandará menos energia do carro, o que economiza combustível.

2 – Realize manutenções preventivas

Com uma boa manutenção, conforme o manual do proprietário, vai manter o consumo de combustível indicado para aquele modelo.

3 – Não estique as marchas

O mais aconselhado é levar cada marcha até a rotação intermediária antes da troca para a próxima. Dessa forma, o carro não “arranca” ao chegar próximo à potência máxima de cada marcha, conforme explica Roberto Manzini, proprietário do centro de pilotagem que leva o seu nome.

4 – Mantenha os pneus calibrados

Estudos realizados por fabricantes de veículos indicam que pneus mal calibrados podem elevar em média 6% o consumo de combustível.

5 – Planeje o caminho

Evite, sempre que possível, voltas desnecessárias e tempo a mais no trânsito. Quando não souber o caminho, apele para a ajuda de GPS e aplicativos no celular, inclusive para evitar vias congestionadas. É preferível fazer um trajeto mais longo rapidamente do que optar por um curto e ficar parado no trânsito, explica o especialista em pilotagem Roberto Manzini.

6 – Evite carregar peso

Um carro pesado força o motor e aumenta o consumo do combustível. Para cada 50 kg de peso extra, o consumo pode aumentar 1%, segundo o manual do Conpet.

7 – Remova bagageiros que não estão sendo utilizados

Bagageiros adaptados criam resistência ao deslocamento do veículo, aumentando o consumo de combustível.

8 – Escolha um veículo que consuma menos combustível

Uma maneira de economizar combustível logo de saída é consultar o ranking de carros com menor consumo de combustível do Inmetro na hora de comprar ou trocar o carro.

9 – Pesquise preços

Para economizar combustível, vale dar uma conferida se o preço cobrado pelo posto está na média dos postos da região. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) faz esse levantamento semanalmente. É possível consultar a média de preços de cada tipo de combustível por estado e município aqui.

10 – Escolha o combustível certo

O álcool é mais vantajoso quando corresponde a 70% do valor da gasolina. Para fazer esta conta de forma rápida, basta utilizar aplicativos como o Gasnol.

http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/10-maneiras-de-gastar-menos-com-gasolina/

Mais do mesmo

Resultado de imagem para empoderamento feminino

‘Empoderamento feminino’ é clichê constrangedor, diz Washington Olivetto

Publicitário diz que interação com o público precisa de um limite: “principal função do consumidor é consumir”

“Pensar fora da caixa”, “quebrar paradigmas”, “desconstruir” e “empoderamento feminino”. Para o publicitário Washington Olivetto, todas essas expressões ocupam a mesma categoria: “clichês constrangedores” criados, de tempos em tempos, pela publicidade – e pela sociedade.

“São todos primos-irmãos de um baixo nível intelectual, do ‘beijo no seu coração’. A gente tem que fugir desses clichês.”

Presidente da agência W/McCann, eleito duas vezes “Publicitário do Século” pela Associação Latino-Americana de Agências de Publicidade e ganhador de mais de 50 Leões no Festival de Publicidade de Cannes, o responsável por campanhas como Garoto Bombril vê sua área mais pressionada pelos consumidores e pelo politicamente correto, “que muitas vezes é bem-educado, mas é chato”.

Em entrevista à BBC Brasil, Olivetto, de 65 anos, conta como a maior participação do público transformou o monólogo da publicidade em diálogo, mas afirma que a interação tem limite.

“O consumidor pode e deve dar palpite, mas a principal função dele é consumir. Quero saber da opinião dele? Claro! Mas se a opinião dele for estapafúrdia e mais cinco estapafúrdios quiserem (o mesmo) não vou abrir mão das convicções da boa persuasão.”

Ele também explica por que “Porsche é melhor do que mulher que, diga-se de passagem, é excelente”. Mas para descobrir os motivos é preciso ler a entrevista até o fim.

Veja abaixo os principais trechos da conversa:

Propaganda do Garoto Bombril já tinha elementos de empoderamento feminino, diz Olivetto

BBC Brasil – A publicidade adotou temas que antes eram exclusivos de movimentos sociais, como diversidade sexual e o feminismo. O que acha dessa tendência?

Washington Olivetto – A publicidade, seja quando começou, seja hoje, tem uma característica fundamental: a presença de uma grande ideia. É a ideia que provoca aquele efeito de ‘como não pensei nisso antes’, e ela é pertinente. É algo que tem a ver com o produto e com seu consumidor. Não é uma grande ideia algo que seja simplesmente sensacionalista ou oportunista.

Dentro desse critério, tudo o que está na vida pode estar na publicidade, desde que seja pertinente. Tem música na vida? Tem sexo? Pode ter (na publicidade).

Ciclicamente, mesmo antes desses movimentos que acontecem hoje, a melhor publicidade sempre foi aquela que soube perceber isso.

Quando fiz o Garoto Bombril, em 1978, tinha detectado que as mulheres estavam cansadas de serem tratadas como idiotas pela propaganda dos produtos de limpeza. E que a presença de um homem seria surpreendente. Se ele fosse doce e delicado, melhor ainda.

BBC Brasil – Como o Woody Allen? Em outras entrevistas, você disse que o estilo dele estava em alta na época.

Olivetto – As mulheres estavam achando mais interessante a inteligência do Woody Allen do que os músculos do John Wayne.

Nos últimos anos, aconteceram outras coisas, incluindo duas que considero muito ruins: surgiu fortemente a presença do politicamente correto, que muitas vezes é bem-educado, mas é chato; e a detecção do politicamente incorreto, que às vezes é engraçado e mal-educado.

No meio disso, tem um negócio que batizei de politicamente saudável, que são ideias que tenham irreverência, senso de humor, mas respeitem a inteligência das pessoas.

A publicidade no Brasil, por exemplo, durante um grande tempo desconheceu a presença do negro – temos tantos negros no país e poucos na publicidade. Nos últimos tempos, uma pressão dos movimentos sociais fez com que a publicidade participasse de determinadas causas. Isso pode ser feito de maneira oportuna ou oportunista, essa é a grande questão.

Tivemos uma experiência interessante no ano passado, que lutei para que não ficasse oportunista e acabou muito oportuna. Minha diretora de arte do Rio de Janeiro, que atende a L’Oréal, descobriu uma transgênera, fez um comercial dela com sua primeira carteira de identidade no dia internacional da mulher. Falei ‘Não pode acabar nisso. Não pode ser um comercial que ganhe um prêmio, tem que virar uma coisa grande’. Ela virou a primeira porta-voz mundial transgênera da L’Oréal, virou capa da Vogue francesa, enfim, se tornou um fato verdadeiro.

Campanha da da W/McCann com mulher trans foi exemplo de publicidade oportuna, diz publicitário, para quem maioria das peças ainda é oportunista

BBC Brasil – Hoje é mais oportunista do que oportuno?

Olivetto – Sempre será assim. Em causas sociais, a maior parte delas contém um componente de oportunismo, infelizmente.

BBC Brasil – Há alguns anos, você deu a declaração de que o politicamente correto estava matando a publicidade. Ainda pensa isso?

Olivetto – Sim, porque principalmente o pessoal mais verdinho não cogita que tem o politicamente saudável no meio, então elimina qualquer ideia que tenha uma conotação de irreverência.

Anos atrás fizemos um comercial do (protetor solar) Coppertone, mostrando um cara que só usava Coppertone. Ele estava com a mulher na praia e ela tinha esquecido de comprar o protetor. De repente, vinha um gordo, muito gordo, passando Coppertone no corpo. (O homem) saia correndo, gritando ‘Alfredo’, abraçava (o homem gordo) e se esfregava nele. E, na verdade, eles não se conheciam.

Era só uma adorável brincadeira. Mas se a gente fosse pensar ‘ah, mas os gordos do Brasil vão ficar chateados, vamos fazer com um magro’, ia ficar sem graça.

Hoje essa capacidade da publicidade de aderir a causas está vivendo um momento modal. Está na moda, depois tem outra.

Hoje, muitas editoras têm um personagem chamado leitor sensível. Sabe o que é isso? É um cara para ler os livros e detectar se tem algum trecho que vai dar problema com uma minoria. O leitor sensível é um censor disfarçado.

BBC Brasil – Você acha que a publicidade perde ou ganha com a maior interação do público pelas redes sociais?

Olivetto – A relação sempre foi de monólogo e nesses anos virou mais de diálogo, mas evidentemente alguém tem que liderar essa parada. Até porque eu, como publicidade, sou intromissão. Você não comprou jornal para ver meu anúncio, você quer a notícia. O mínimo que o intrometido tem que fazer é ser bem-educado. Isso é sedutor.

No fundo, muita coisa não mudou. Olha, 99,9% das mulheres no mundo gostariam de namorar com um homem bonito, inteligente, charmoso, rico, simpático, bem humorado e bom de cama. Agora, se um rapaz convidar uma moça para jantar e falar ‘você já reparou como eu sou bonito, rico, charmoso?’, ela vai responder ‘na verdade, você é um babaca’. Se ele, sem dizer nada disso, conseguir passar tudo isso, ela vai se encantar. É exatamente isso que faz a boa publicidade.

Publicidade não vende, cria predisposição de compra. Quem vende é o dono da marca. Para criar predisposição você tem que ser sedutor.

Campanha dos sutiãs Valisere foi um dos maiores sucessos de Olivetto

BBC Brasil – Não mudou o conteúdo, mas a forma como ele é apresentado? A abordagem da publicidade precisa ser mais sutil?

Olivetto – Não, acho que cada vez mais a honestidade é uma ferramenta de venda fabulosa. Cada vez mais a sedução é eficiente. E não mudou a coisa de que você precisa ter uma grande ideia.

Outra coisa insuportável que a publicidade cria ciclicamente, que a sociedade cria, são clichês constrangedores do tipo “pensar fora da caixa”, “quebrar paradigmas”, “desconstruir”, agora o “empoderamento feminino”. Que são todos primos-irmãos de um baixo nível intelectual, são primos-irmãos do “beijo no seu coração”. A gente tem que fugir desses clichês.

As pessoas ciclicamente saem repetindo essas loucuras. Eu brinco aqui, “se alguém falar em quebrar paradigma, vou jogar pela janela. Deixa o coitado do paradigma lá”.

BBC Brasil – O empoderamento feminino seria o clichê mais recente?

Olivetto – O empoderamento feminino está participando de qualquer reunião. Empoderamento feminino se pratica, não se prega. Ele já existia na (campanha) Valisere Primeiro Sutiã. Existia no Garoto Bombril.

BBC Brasil – Na sua opinião, quando se fala sobre empoderamento feminino e não se mostra o que é, a mensagem fica mais pobre?

Olivetto – Exatamente. É que as pessoas não têm a cultura disso. As meninas que falam sobre empoderamento feminino precisariam saber uma história curiosa. No ano em que comecei a trabalhar, existia nos Estados Unidos um cigarro chamado Eve, um cigarro para mulheres. Foi um sucesso.

Anos depois, a Souza Cruz resolveu lançar um cigarro para mulheres chamado Charm. Quem fez a primeira campanha foi o José Zaragoza. Ele fez uma campanha brilhante que dizia ‘No Brasil, toda mulher tem Charm’. Tinha um outdoor que tinha desde a Leila Diniz, o tesão do planeta da época, até a Clementina de Jesus, sambista negra maravilhosa. Charm foi lançado e foi um fracasso. Por quê? As mulheres acharam que era um cigarro para mulherzinha. Elas queriam fumar cigarros que nem de homem: empoderamento feminino.

Fui trabalhar na agência e tivemos que mudar a campanha. Ficou: “no Brasil, toda mulher tem Charm, só deixa de fumar se você gostar muito dele”, e botamos um homem junto. Salvamos o Charm. Depois pusemos “o importante é ter Charm”, que era genérico.

Tem que ter bom senso. Acho que a vida, cada vez mais, é um gesto atrelado ao bom senso.

Maior participação do público na publicidade deve ter limite, diz publicitário

BBC Brasil – Mas estamos vivendo um momento de extremos, de polarização. Falta bom senso?

Olivetto – Vai ter cada vez mais (extremismos), desde que não haja lideranças em cada uma das áreas. O consumidor pode e deve dar palpite, mas a principal função dele é consumir. Quero saber da opinião dele? Claro! Mas se a opinião dele for estapafúrdia e mais cinco estapafúrdios quiserem (o mesmo), não vou abrir mão das convicções da boa persuasão.

BBC Brasil – Você nunca fez campanhas políticas nem se candidatou a cargos públicos. Hoje, vários publicitários e comunicadores estão na política ou demonstram pretensões eleitorais, como João Doria, Luciano Huck e Roberto Justus. O que acha dessa tendência?

Olivetto – São fenômenos individuais. Nunca fiz nenhuma campanha política por atitude, mas acho que se fizesse faria mal, porque sou treinado para tomar decisões profissionais. E as decisões na política são políticas, não me daria bem.

O que vejo hoje é uma ansiedade do quadro social por novidades nessa área e uma necessidade dos partidos tradicionais de dizer que as novidades acontecerão. João Doria está no PSDB e ainda temos uma possibilidade do Luciano Huck, (passa a mensagem) ‘a gente está de olhos abertos para o novo’.

BBC Brasil – Mas a estrutura partidária ainda é a mesma, não?

Olivetto – É, mas (o que acontece) é uma mistura da ansiedade da população com uma necessidade do partido. A questão da política é complicada, a capacidade de fazer acordos. Não me encanto com essa ideia das pessoas estarem se xingando e dois anos depois estarem se beijando.

Para Olivetto, entrada de publicitários e comunicadores na política, como Doria, responde à ansiedade da população

BBC Brasil – Em outras entrevistas, você falou do conceito de “ética elástica” na política. É isso?

Olivetto – Ética elástica é muito bom….

Fui fazer uma vez uma palestra para o (sociólogo italiano) Domenico De Masi. O tema de todo seminário era desconstrução: da política, da sociologia, da lógica e a da comunicação, que era minha palestra.

Nessa palestra, contei uma história que preparei (para a ocasião), dizendo que tudo poderia estar na comunicação se tivesse vida inteligente, se fosse feito de forma inteligente.

É uma história aparentemente machista e que, no entanto, poderia ser feita, seria eficiente, encantaria os homens, que seria o público, e não desagradaria as mulheres. É a ideia de um monólogo do ‘Por que Porsche é melhor do que mulher que, diga-se de passagem, é excelente’.

O target do Porsche é 100% dos homens. Mas por que Porsche ‘é melhor do que mulher que, diga-se de passagem, é excelente’? É como um teorema, há uma comprovação.

Por que 2017 está sendo visto como ano da ‘revolução psicodélica’ na saúde

A primeira prova é que, se você tem um Porsche, que é muito bom, e você tem dinheiro para comprar mais um, você compra, e o Porsche que você já tem não fica aborrecido. Já (se) você tem uma mulher que, diga-se de passagem é excelente, e fica com vontade de ter mais uma mulher, você vai ter um problema. É a primeira prova da superioridade do Porsche.

A segunda prova é mais dramática. O sujeito tem um Porsche e resolve que não quer mais ter aquele Porsche. Ele vende o Porsche e ganha o dinheiro. Já (se) ele tem uma mulher que, diga-se de passagem é excelente, e resolve que não quer mais ter mais aquela mulher, ele perde o dinheiro.

A terceira prova é a mais dramática de todas. Quantos homens você conhece que têm um Porsche? Pouquíssimos. Quantos você conhece que têm mulher? Um monte. No entanto, todos os que têm Porsche têm mulher e nem todos os que têm mulher têm Porsche.

A história é essa e claro que as pessoas riem. Só que uma história dessa você teria que complementar no público feminino. Você faz o quê? Você contou isso nos cinemas, que seria o público do Porsche, e nas revistas femininas você faz o anúncio do Porsche conversível, com uma linda mulher de cabelos esvoaçantes e o título “um homem realmente interessante te dá de presente um secador de cabelos como esse”.

BBC Brasil – Pensando no que as mulheres querem hoje, e falando também como mulher, essa ideia não pode ser vista como ultrapassada?

Olivetto – Isso está calcado num target muito fechado. Você controla isso com a mídia onde você veicula. Porque o Porsche é um produto totalmente segmentado. Você não põe o Porsche na novela das oito. Os consumidores de Porsche você sabe exatamente onde estão.

BBC Brasil – Mas para uma parte das mulheres esse tipo de propaganda seria inaceitável em qualquer meio, porque você está comparando uma mulher a um Porsche.

Olivetto – Mas aí você tem que cancelar a vida. Se partir desses princípios, você cria um mundo totalmente antisséptico. Vai chegar à conclusão dos caras do Fahrenheit 451 (romance de Ray Bradbury), que vale a pena queimar os livros.

A única maneira de você criar gente bacana, do bem, é as pessoas terem acesso a diversos tipos de informação e depois elegerem a que preferem. É a mesma (lógica) de quando surgiu o controle remoto. Falavam para mim: ‘como vocês vão fazer agora que as pessoas podem mudar de canal?’. Eu respondia ‘gente, antes de ter um controle remoto na mão, as pessoas têm na cabeça. Se não querem (ver), desligam a cabeça, não prestam atenção’.

http://www.bbc.com/portuguese/brasil-40664072

Todo mundo sabe, todo mundo vê

Resultado de imagem para preconceito no trabalho

Metade dos brasileiros já sofreu preconceito ou discriminação no trabalho, diz pesquisa

 

Segundo levantamento do Vagas.com, situações vexatórias ainda são comuns nas empresas, que devem mostrar eficiência na investigação e resolução dos casos

Situações de discriminação e preconceito no ambiente de trabalho ainda são algumas das principais queixas do brasileiro, num momento em que as empresas buscam maneiras de coibir esse tipo de comportamento.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo site de empregos Vagas.com, metade dos 1.731 entrevistados afirmam já ter passado por uma situação de discriminação ou preconceito no dia a dia  – seja por ocupar um cargo mais baixo na hierarquia empresarial ou por características pessoais, como timidez ou extroversão.

Assédio sexual no trabalho

Segundo pesquisa, 54% das empresas afirmaram não possuir canal direto para denúncias Foto: Pixabay

O coordenador nacional da área de Direito do Trabalho do escritório Veirano Advogados, José Carlos Wahle, avalia que garantir um ambiente livre de práticas discriminatórias é uma regra de compliance tão importante quanto qualquer outra.

 “Da mesma forma que uma empresa preocupa-se em não estar envolvida em casos de corrupção ou seguir boas práticas de concorrência, ela deve ter atenção ao comportamento de seus funcionários e evitar qualquer tipo de constrangimento”, aponta.

Ele também ressalta que combater o preconceito seja, talvez, um dos itens de governança mais difíceis de ser colocado em prática. “Estamos falando do comportamento humano e de situações que refletem como a nossa sociedade pensa. Então, não basta ter canais de denúncia, mas também cuidar para que todo o sistema seja efetivo”, diz.

O especialista em inteligência de mercado do Vagas.com, Rafael Urbano, concorda. “O que vemos nas empresas é reflexo do que as pessoas são fora dela. A questão é que dentro do mundo corporativo a situação pode, às vezes, tornar-se ainda mais insustentável para quem sofre com isso, porque é no trabalho que passamos boa parte do nosso dia”, reflete.

Denúncias. Ainda de acordo com o levantamento do Vagas.com, 54% das empresas afirmaram não possuir um canal direto para denúncias. Mesmo assim, Wahle acredita que o ambiente de negócios brasileiro passa por um momento de transição. Para ele, há cada vez mais empresas interessadas em ferramentas de combate ao preconceito, discriminação e assédio e, acima de tudo, aprendendo a fazer com que essa engrenagem funcione corretamente.

“É algo que vai sendo mudado aos poucos. Infelizmente, ainda temos exemplos de companhias que possuem todos os mecanismos para investigar os casos e aplicar punições, mas não desenvolvem essa prática de maneira tão ampla ou completa. Mas isso deve mudar”, conta.

O segredo, afirma, está em demonstrar aos funcionários que os canais de denúncia existem e são administrados com neutralidade, autonomia e autoridade. “A empresa precisa ganhar a confiança dos colaboradores e deixar claro que casos de preconceito ou discriminação serão investigados, resolvidos e jamais tolerados.”

Para o diretor da agência de recrutamento Talenses, Rodrigo Viana, os funcionários só terão confiança em denunciar qualquer tipo de abuso quando tiveram certeza de que isso está ocorrendo. “Caso contrário, as pessoas deixarão o problema de lado, agravando uma situação que é velada”, diz. Entre os principais medos de quem decide não levar uma denúncia adiante estão o receio de perder o emprego, represálias, vergonha e sentimento de culpa, aponta o estudo do Vagas.com.

José Carlos Wahle explica que em situações de funcionários vítimas de preconceito e discriminação não auxiliados pelas empresas é possível até mesmo pedir demissão e receber todas as verbas rescisórias.

“Caso ele consiga comprovar o ocorrido e a negligência da empresa, com quebra de contrato, ele passa a ter esse direito como se tivesse sido demitido”, explica. Além disso, também é possível pedir indenização por danos morais. “Toda conduta discriminatória permite que a vítima reclame e receba por isso.”

Ainda de acordo com os especialistas, o funcionário que discrimina um colega pode ser punido com medidas disciplinares como uma advertência ou até mesmo suspensão ou demissão por justa causa. Já as empresas podem ser responsabilizadas pela falha cometida por seu colaborador e também por encorajar, omitir ou permitir a discriminação.

http://economia.estadao.com.br/noticias/governanca,metade-dos-brasileiros-ja-sofreu-preconceito-ou-discriminacao-no-trabalho-diz-pesquisa,70001902199